Seu nome é devido a Dionísio, deus do vinho. Nas grandes festas anuais em sua honra é que os cantos rituais, as danças e os sacrifícios rituais resultaram em representações teatrais.
Foi lá que foram apresentadas as célebres tragédias clássicas de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.
O teatro fazia parte do santuário de Dionísio, que se estendia ao sul da Acrópole, e foi construído no século V a.C.. No princípio tinha apenas um local para a orquestra, em terra batida, um palco construído em madeira e os espectadores se acomodavam nas encostas naturais do terreno. Em 410 a.C. foram construídas arquibancadas em madeira.
A construção em pedra, que ainda podemos admirar hoje em dia, é de cerca de 330 a.C. Arquibancadas de pedra substituíram as de madeira, uma cena e uma orquestra de mármore foram acrescentadas.
Arquitetura
O teatro possuí 78 fileiras de assentos em pedra e oferece lugar para 17.000 espectadores. A primeira fileira, com 67 lugares em mármore, era reservada aos dignitários presentes. O koilon está disposto em semi-círculo ao redor da primeira orquestra, onde aconteciam as danças e cantos do coro. No meio da orquestra havia um altar, onde eram oferecidos sacrifícios ao deus. Os atores atuavam no pros cênico. Ao fundo, uma parede com seis colunas dóricas ajudava na acústica, tida como excelente. É tido como o primeiro teatro construído em pedra.
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